segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dumotica - algumas imagens



Burotica - algumas imagens



Robotica - algumas imagens



Burotica

Provém da palavra bureau, que em francês significa escritório. Faz estudo de todas as componentes de um escritório electrónico Trata-se de conceber, adaptar e utilizar meios informáticos, devidamente articulados, em escritórios de instituições ou empresas. Actua no tratamento da informação com que essas instituições necessitam de trabalhar; para tal, podem necessitar de montar redes de computadores, instalar e articular o software necessário para a manipulação da informação em questão, utilizar modems, faxes ou modem-faxes para trocar informação com o exterior. Burótica é o conjunto de meios e métodos aplicados às actividades de escritório que tratam informaticamente informações escritas, visuais ou sonoras. O termo "burótica" apareceu pela primeira vez em 1976 (como tradução da expressão inglesa "Office automation" ), num discurso de Louis Naugès, intitulado "Os sistemas numéricos de informação ". Oficialmente, começou a fazer parte da língua francesa, por deliberação da Comissão de Terminologia Informática, a 22 de Dezembro de 1991. O objectivo da burótica é fornecer elementos que simplifiquem, melhorem e automatizem a organização das actividades de uma empresa ou grupo de pessoas (gestão de dados administrativos, sincronização de reuniões, etc). Já que a organização de uma empresa hoje depende cada vez mais da comunicação, a burótica não pode significar uma simples tomada de notas manuscritas, mas sim compreender as seguintes actividades : troca de informações gestão de documentos administrativos manipulação de dados numéricos planificação e gestão de agenda processamento de texto uma tabela de cálculo instrumento de apresentação (power point) uma base de dados
As principais sequências buróticas são:
agenda
AppleWorks Corel WordPerfect IBM/Lotus SmartSuite Microsoft Office Sun StarOffice OpenOffice ("software" livre)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

informaçao digital

Informação digital   Toda a informação que se encontra sob a forma de dígitos (zeros e uns) e que é processada, em particular, nos computadores, diz-se digital.
Informação é a mensagem que se obtém quando se processam / organizam os dados.
   Dados são designações ou entidades que constituem a informação automatizáveis: objetos, símbolos, factos, noções, valores alfanuméricos, etc   Entende-se por informação digital tudo aquilo que é passível de ser armazenado ou transferido eletronicamente. O rigor, seu objetivo deve estar centrado na aquisição e divulgação de conhecimento, proporcionando desenvolvimento intelectual ao ser humano, mas, com a proliferação exponencial dos instrumentos e veículos de informação digital, seu fulcro foi amplamente alargado.
   Se nos primórdios a produção de conteúdo digital era praticamente toda ela realizada por universidades e outros meios académicos, além de veículos tradicionais de informação, como jornais, revistas e periódicos, com versões em CD-ROM e páginas virtuais, hoje a web é entendida não apenas como um repositório para antigos formatos e sim como um novo formato com uma nova linguagem e inúmeras aplicações.
   Dispositivos digitais, como
câmaras e celulares, a cada dia estão mais acessíveis a um maior número de pessoas, enquanto, na Internet, sites, blogues e fotologs se multiplicam de forma avassaladora. E a previsão é que toda essa enorme massa de aparelhos e plataformas capazes de criar e transmitir informação vai crescer a um limite antes inimaginável.
Há quem faça previsões
irónicas e mirabolantes, dizendo que, no futuro, cada pessoa será dona de seu próprio jornal diário, estação de rádio ou canal de tv.    As ferramentas, na verdade, já existem, os dados foram lançados. O volume de informação digital já é três milhões de vezes maior que o de todos os livros escritos até hoje.
   Somente no ano de 2006, mais de 160 milhões de gigabytes de informação digital teriam circundado a Terra. Em papel, esta
astronómica quantidade poderia embrulhar quatro vezes o planeta e a empresa de consultoria IDC preconiza que, em 2010, o volume será seis vezes maior.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Unidades da informação digital

   A informação digital pode ser guardada nas memórias do computador sob a forma de bits e bytes. Um bit é a menor unidade de informação formada por um único sinal digital. O seu nome deriva da expressão inglesa binary digit.
   Um byte, baite ou octeto, é um dos tipos de dados integrais em
computação.   É usado com frequência para especificar o tamanho ou quantidade da memória ou da capacidade de armazenamento de um certo dispositivo, independentemente do tipo de dados armazenados.
   Bit
: (simplificação para dígito binário, "BInary digiT" em inglês) é a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida. Usada na Computação e na Teoria da Informação. Um bit pode assumir somente 2 valores, por exemplo: 0 ou 1, verdadeiro ou falso.
   Um byte é um conjunto de 8 bits, ou seja, um conjunto de oito “zeros e uns”.
Cada caracter (letra ou símbolo do teclado) ocupa 1 byte quando é guardado em memória.
   No entanto, a informação digital exige unidades de informação muito maiores do que oito bits.
   Cada caráter (letra ou símbolo do
teclado) ocupa 1 byte quando é guardado em memória. A letra B, por exemplo, é representada por 01000010.
Múltiplos do byte
- 210 B = 1024 B (bytes) 1KB ( quilobyte)
- 1024 KB 1MB ( megabyte)
- 1024 MB 1GB ( gigabyte)


   Segundo o sistema binário, 1KB é igual a 1024 bytes, no entanto, a norma internacional «arredondou» esse valor para mil. E o mesmo se aplica às unidades informáticas superiores.
                     

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Domotica

A Domótica é uma tecnologia recente que permite a gestão de todos os recursos habitacionais. O termo "Domótica" resulta da junção da palavra latina "Domus" (casa) com "Robótica" (controlo automatizado de algo). É este último elemento que rentabiliza o sistema, simplificando a vida diária das pessoas, satisfazendo as suas necessidades de comunicação, de conforto e segurança. Quando a domótica surgiu (com os primeiros edifícios, nos anos 80) pretendia-se controlar a iluminação, climatização, a segurança e a interligação entre os 3 elementos. Nos nossos dias, a ideia base é a mesma, a diferença é o contexto para o qual o sistema está pensado: já não um contexto militar ou industrial, mas doméstico. Apesar de ainda ser pouco conhecida e divulgada, mas pelo conforto e comodidade que pode proporcionar, a domótica promete vir a ter muitos adeptos. Desta forma permite o uso de dispositivos para automatizar as rotinas e tarefas de uma casa. Normalmente são feitos controles de temperatura ambiente, iluminação e som, distinguindo dos controlos normais por ter uma central que comanda tudo, que as vezes é acoplada a um computador e/ou internet. O projeto de automação prevê todos os pontos de comunicação, todos os pontos de áudio, todas as cargas que deverão ser controladas, a posição de todos os quadros de controlo, lógicos e de automação, a posição de todas as tomadas e da central de aspiração, entre muitos outros itens que são estabelecidos com base na pesquisa de interesses realizada com sua família antes da execução do projecto. A domótica utiliza vários elementos, e uma forma sistémica. Vai aliar as vantagens dos meios electrónicos aos informáticos, de forma a obter uma utilização e uma gestão integrada dos diversos equipamentos de uma habitação. A Domótica vem tornar a vida mais confortável, mais segura e até mais divertida! Vem permitir que as tarefas mais rotineiras e aborrecidas sejam executadas automaticamente. No manuseamento do sistema poderá fazê-lo de acordo com as suas próprias necessidades. Poderá optar por um manuseamento mais ou menos automático. Nos sistemas passivos o elemento reage só quando lhe é transmitida uma ordem, dada directamente pelo utilizador (interruptor) ou por um comando (poderá ser uma ordem ou um conjunto de ordens -macros).
Nos sistemas mais avançados, com mais inteligência, não só interpreta parâmetros, como reage às circunstâncias (informação que é transmitida pelos sensores), por exemplo detectar que uma janela está aberta e avisa o utilizador, ou que a temperatura está a diminuir e ligar o aquecimento. O controlo remoto de casas de habitação deixa de ser uma utopia. A domótica permite o acesso às funções vitais da casa, da Internet ou do seu telemóvel.